Nos últimos anos, a Inteligência Artificial deixou de ser um tema distante e passou a fazer parte do cotidiano das empresas ao redor do planeta. Processos, atendimento, marketing, vendas, logística, análise de dados e uma infinidade de operações já estão sendo impactados pela tecnologia. Em diversos países, a adoção da IA não é mais tendência: é realidade consolidada.
Mas quando comparamos o avanço global com a realidade brasileira, o contraste é evidente. O Brasil ainda se move mais devagar.
Segundo o relatório “The State of AI in 2024”, publicado pela McKinsey & Company, 72% das empresas no mundo já utilizam IA em pelo menos uma área do negócio. Trata-se de uma das maiores taxas registradas desde o início da série histórica da consultoria, indicando que a era da IA corporativa chegou de forma definitiva.
Fonte:
McKinsey – The State of AI in 2024
https://www.mckinsey.com/capabilities/quantumblack/our-insights/the-state-of-ai-in-2024
No Brasil, porém, a situação é muito diferente. De acordo com a pesquisa TIC Empresas 2024, conduzida pelo Cetic.br/NIC.br, apenas entre 13% e 15% das empresas brasileiras usam Inteligência Artificial. O número engloba companhias com 10 ou mais pessoas ocupadas, incluindo diferentes setores da economia.
Fonte:
TIC Empresas 2024 – Resumo Executivo
https://cetic.br/media/docs/publicacoes/2/20250512121759/tic_empresas_2024_resumo_executivo.pdf
Essa discrepância mostra que o país está distante do patamar global e revela uma lacuna preocupante para a competitividade nacional.
Por que o Brasil fica para trás
A defasagem brasileira não é fruto de falta de interesse. Pelo contrário: pesquisas da Microsoft, Edelman e HostGator mostram que as PMEs estão otimistas, acreditam no impacto positivo da IA e querem adotar a tecnologia. O problema está em outro ponto: falta de preparo, orientação e caminhos claros para implementação.
Os principais motivos apontados por pesquisas recentes incluem:
- Falta de conhecimento técnico dentro das empresas.
- Dificuldade em integrar IA com sistemas existentes.
- Pouca oferta de capacitação acessível.
- Dependência de processos manuais, principalmente via WhatsApp.
- Investimentos limitados em tecnologia e inovação.
A TIC Empresas reforça esse cenário ao demonstrar que a falta de entendimento interno é um dos maiores impeditivos para a adoção de tecnologias como IA, automação avançada e análise de dados.
Impacto na competitividade
Enquanto o mundo avança em direção à automação inteligente, o atraso brasileiro gera um efeito cascata:
- Menor produtividade.
- Custos operacionais mais altos.
- Processos mais lentos.
- Empresas menos preparadas para competir internacionalmente.
- Menos inovação e menor eficiência.
A longo prazo, isso compromete o desenvolvimento econômico e amplia a distância em relação a países que já entenderam o papel central da IA no futuro dos negócios.
Um ponto de inflexão: o que precisa mudar
Para aproximar o Brasil do ritmo global, pequenas e médias empresas precisam de acesso real a três elementos fundamentais:
-
Tecnologia acessível
Ferramentas simples, integradas e feitas para quem não possui time técnico.
-
Educação estruturada
Capacitação contínua, comunidade ativa e suporte para quem está começando.
-
Aplicação prática
Soluções que mostrem casos reais de uso, fluxos prontos e implementação imediata.
Sem esses pilares, a distância entre intenção e ação continua aumentando.
A Evo AI como ponte entre intenção e adoção
É nesse cenário que plataformas como a Evo AI ganham relevância estratégica. Enquanto boa parte do mercado oferece soluções complexas, técnicas e de alto custo, a Evo AI nasce com um propósito claro: democratizar o acesso à Inteligência Artificial para PMEs brasileiras.
A plataforma conecta, em um único ambiente:
- WhatsApp, Instagram, Facebook, Telegram, e-mail, SMS e webchat.
- Agentes de IA configuráveis e prontos para uso.
- Fluxos inteligentes que atendem, qualificam, analisam e registram dados.
- Integração com sistemas externos e CRMs.
- Comunidade ativa com milhares de profissionais aprendendo diariamente.
- Modelo open source para quem quer autonomia e plano cloud para quem quer simplicidade.
Assim, a Evo AI ajuda pequenas e médias empresas a entrar no universo da IA sem depender de consultorias caras, equipes especializadas ou estruturas complexas.
Conclusão
O cenário é claro: enquanto 72% das empresas no mundo já experimentam os resultados da Inteligência Artificial, apenas 13% a 15% das empresas brasileiras conseguem acompanhar esse movimento. A distância é grande, mas também representa uma das maiores oportunidades do mercado atual.
Com as ferramentas certas, educação adequada e uma comunidade forte, pequenas e médias empresas podem acelerar rapidamente e reduzir essa defasagem. A Evo AI surge justamente como essa ponte, transformando o desejo de evoluir em implementação prática, acessível e escalável.
O Brasil pode até estar atrás hoje, mas tem potencial para alcançar — e até ultrapassar — o ritmo global. Basta que as empresas encontrem os recursos certos para dar o próximo passo.
Fonte
Cenário mundial – 72%
Fonte: McKinsey & Company – The State of AI in 2024
Link oficial:
https://www.mckinsey.com/capabilities/quantumblack/our-insights/the-state-of-ai-in-2024
No relatório, a McKinsey afirma que 72% das empresas globais já utilizam IA em pelo menos uma área do negócio.
Cenário brasileiro – 13% a 15%
Fonte: TIC Empresas 2024 — Cetic.br / NIC.br
PDF oficial:
https://cetic.br/media/docs/publicacoes/2/20250512121759/tic_empresas_2024_resumo_executivo.pdf
No capítulo sobre adoção de tecnologias avançadas, o relatório mostra que a adoção de IA no Brasil está entre 13% e 15% das empresas, considerando o recorte de organizações com 10 ou mais pessoas ocupadas.